Mesmas quatro cores, mesmas duas vozes, a mesma regra de calor. A coerência entre o cartão e o slide e o avatar é o que prova que isto é um sistema — não um logotipo com sorte.
O wordmark reduzido ao seu átomo: a haste (estrutura) e o ponto (humano). Sobrevive de 1024 px a 16 px. É o que vira favicon, avatar e ícone de app.
Regra fechada: o símbolo primário é o glifo haste+ponto (o I humanizado isolado, fiel ao wordmark), usado em todos os contextos. O monograma “D·” é secundário — apenas em favicon de 16 px ou menos, ou quando o contexto exigir a letra.
Os dois modos do sistema num objeto só: papel frio na frente, tinta no verso, calor pontual nos dois.
Regra aplicada: um único ponto de calor por face — o “.” depois do nome, o “@” do e-mail. Nunca dois gritos na mesma peça.
A peça que você usa todo dia. Wordmark, divisória de calor, dados em mono — nada que um cliente de e-mail quebre.
Nota técnica: construída só com texto, uma borda e uma cor — replicável em HTML de e-mail sem imagem, então não vira anexo nem quebra no modo escuro do cliente.
Capa e slide de conteúdo derivados direto da fundação — a mesma copy da seção 9, agora vestida. É o esqueleto que o resto do deck herda.
Sistema aplicado: capa em tinta (impacto), conteúdo em papel (leitura), número de slide em mono, calor na palavra que carrega a tese. O arco inteiro de 6 slides sai daqui na próxima fase.
Como a marca aparece no LinkedIn e nas redes — onde o decisor que você quer vai cruzar com a DETIC pela primeira vez.
Linha editorial: cards de tese alternando papel e tinta, cada um uma frase afiada da fundação. É conteúdo de posicionamento puro — não precisa de prova nem de produto para existir.